27 Fevereiro 2009

Opúsculo fenomenológico

A Beleza Invisível das Coisas, por Miguel Marcelino

Não há dúvida. O sucesso de uma arquitectura que privilegia as emoções tem feito ressuscitar a operatividade da crítica fenomenológica. Essa crítica, durante algum tempo afastada da ribalta pelo primado da razão e pela valorização do método, tem conquistado um espaço cada vez maior nos modos de pensar a arquitectura e o próprio projecto.

Este opúsculo trilha esses caminhos da descoberta directa e atenta do mundo das coisas. Procura, numa tensão inevitável entre os processos de domesticação da experiência e a eloquência da experiência física, cartografar coordenadas operativas para o fazer da arquitectura. Será possível?

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